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Artigo
Confira depoimentos do novo ministro da Educação em defesa do Regime de Colaboração
O novo ministro da Educação, Camilo Santana, é um entusiasta do Regime de Colaboração. Durante sua gestão à frente do Governo do Ceará (2015-2002), deu continuidade a políticas públicas na área educacional que envolveram as secretarias estaduais e os municípios.
A principal delas, criada antes mesmo do seu mandato, foi o Programa de Aprendizagem na Idade Certa (PAIC), que reduziu desigualdades, aumentou o nível de aprendizagem e ampliou a equidade entre estudantes em situação de vulnerabilidade social no estado em relação ao restante do país.
Por isso, o Movimento Colabora selecionou alguns materiais jornalísticos nos quais o novo chefe da pasta de Educação frisa a importância da implementação e propagação deste dispositivo previsto na Constituição brasileira. Confira:
Colaboração com estados e municípios
Logo após assumir o cargo no Ministério da Educação, Camilo Santa exaltou o Regime de Colaboração com estados e municípios para promover avanços na área educacional. “Eu quero conversar com os governadores, prefeitos, secretários estaduais e municipais da Educação para discutir vários pontos, várias pautas importantes, não só de gargalos, de dificuldades que os secretários, governadores e prefeitos enfrentam, mas também apresentar qual vai ser o planejamento que nós queremos dar, um pacto federativo”, disse Santana, no dia 5 de janeiro, na cerimônia de transmissão de cargo da ministra do Planejamento, Simone Tebet. Leia aqui
Políticas de Educação e Enem
Durante coletiva de apresentação dos dados do Censo Escolar 2022, o ministro Camilo Santana exaltou novamente o Regime de Colaboração: “Digo como governador que fui por oito anos, da falta de diálogo e cooperação que ocorreu nos últimos anos. Praticamente 50% das matrículas estão nos municípios, mais de 30% nos estados e, o restante, na rede privada. Nenhuma estratégia sem regime de colaboração forte com a coordenação do ministério terá sucesso.” Saiba mais
Bons índices de educação
O Nordeste tem se destacado e liderado avaliações da educação brasileira nos últimos anos. Os estados de Pernambuco e do Ceará são os que mais aparecem no topo dos indicadores. No ensino integral, Pernambuco, Ceará e a Paraíba são os que têm a maior proporção de alunos do ensino médio matriculados, segundo dados do Censo Escolar 2022. Por estes bons resultados, o ministro da Educação Camilo Santana já afirmou que quer replicar o modelo de colaboração para o restante do país. “Queremos construir uma política para todos os 27 estados e claro vai ter que ter regime de colaboração, vai ter que ter adesão de governador, do prefeito. Isso precisa de uma articulação bem feita e o papel do ministério é esse. Vamos apresentar essa política, discutir e claro que temos pressa para isso. Vamos fazer uma grande mobilização.” Acesse a reportagem aqui.
Censo Escolar da Educação Básica
Aprendizagem na idade certa, combate à exclusão escolar e ampliação da oferta de ensino em tempo integral devem estar entre as políticas-chave de educação e o caminho para alcançá-los está no Regime de Colaboração. Essa última reflexão também foi destacada pela CartaCapital e foi feita pelo ministro logo após apontar o número alarmante de 1 milhão de crianças e adolescentes fora da escola, de acordo com os dados do Censo. Confira.
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